Forge 將單一 AI 終端工作流改為多智能體協作
Há 4 meses eu usava uma IA pra tudo. Hoje converso com uma só e ela coordena o resto
Matheus de Paula Ribeiro 開源了 Forge,這款 Claude Code 插件由單一編排者把開發工作拆分並交給不同智能體處理。編排者負責釐清需求、撰寫規格和分派任務,dev 編寫程式碼,tester 驗證交付,scout 負責調查;各角色使用各自的上下文,重要規則則透過 hook 執行。
Uma IA pra tudo
Até uns 4 meses atrás eu fazia tudo num terminal só. A ideia, as pesquisas, o código e os testes, tudo na mesma sessão com a IA.
No começo funcionava. Com o tempo ia piorando. A sessão carregava o contexto da ideia, das pesquisas, dos testes e do desenvolvimento ao mesmo tempo, e com o contexto inflado a qualidade caía. Também demorava, porque era uma IA pra fazer tudo. E o gasto de token ia lá em cima.
O que eu queria era automatizar as tarefas principais de um desenvolvimento. Ter um meta prompt me ajudando a estruturar a ideia e, depois disso, agentes com foco: um pra desenvolver, um pra testar e um pra investigar e pesquisar.
Foi assim que nasceu o Forge.
Vários terminais conversando por tmux
A primeira versão, em julho, rodava no kiro-cli. Na época ele ainda não tinha subagentes integrados, então adaptei pra funcionar via tmux. Cada agente era um terminal, e eles conversavam assim: um mandava texto pro outro com send-keys, esperava com sleep e lia a resposta com capture-pane.
Tinha uma série de bugs e problemas. Mas funcionou.
No dia 5 de agosto eu migrei o núcleo pro Claude Code e fui 100% de subagentes. Saiu o tmux e entrou um orquestrador único, que chama os agentes e recebe deles um retorno estruturado. Em setembro o Forge virou plugin, e no fim de outubro abri o código com licença MIT.
Como funciona
Você digita /forge e escolhe um caminho: criar um projeto do zero, corrigir ou implementar algo num projeto que já existe, ou investigar um problema sem escrever código.
No caminho de criar, o meta prompt faz algumas rodadas curtas de perguntas. O que ele decidir sozinho fica marcado como suposição, pra eu revisar. Daí sai a spec, um prompt.md com critérios de aceite, e eu aprovo antes de qualquer linha de código.
Depois o orquestrador quebra a spec em tarefas pequenas e distribui:
| Quem | O que faz |
|---|---|
| Orquestrador | conversa comigo, escreve a spec, divide e distribui. Não escreve código |
| dev | escreve todo o código e roda build e teste unitário |
| tester | valida a entrega no navegador de verdade ou por contrato (API, CLI, MCP) e dá o veredito: PASSOU, FALHOU ou BLOQUEADO |
| scout | lê, varre e pesquisa em volume, e volta só com o resumo |
Quando as tarefas não dependem uma da outra, vários devs rodam ao mesmo tempo. Se o tester reprova, a tarefa volta pro dev com o defeito descrito. O progresso fica anotado numa pasta .forge/, então dá pra parar hoje e continuar amanhã.
Cada agente trabalha no próprio contexto. O orquestrador não vê a varredura do scout nem o código que o dev leu pra escrever. Ele recebe o resultado e decide o próximo passo. Era exatamente o que faltava no terminal único.
O orquestrador que esquecia
A regra número um do orquestrador é não escrever código. E ele esquecia.
Em conversa longa, a instrução ficava lá pra trás no contexto, e uma hora ele abria um arquivo e começava a programar.
Pedir de novo em texto não resolveu. Então virou hook.
Hook é um script que o Claude Code roda antes e depois de cada ação. O do Forge olha o caminho do arquivo: se o orquestrador tenta escrever código de produto, a ação é negada e ele precisa delegar pro dev. Ele já veio junto na migração pro Claude Code, no dia 5 de agosto, e depois ganhou uma versão que pega a mesma tentativa feita pelo terminal.
Desde então, regra importante no Forge vira hook. Hoje são oito, entre eles:
- o orquestrador não escreve código;
- quando o dev entrega algo verificável, a validação fica pendente até o tester rodar;
- cada papel tem um teto de turnos;
- commit só sai com a identidade git configurada no próprio repositório.
O custo de token
Num loop de agentes, o que mais pesa é o contexto reenviado. A cada turno a conversa inteira volta pro modelo, então uma invocação longa fica cada vez mais cara.
Fui atacando isso por partes. Em agosto cortei o custo do próprio loop de orquestração. Em setembro entraram o scout, que faz a varredura no contexto dele e devolve só o resumo, e o teto de turnos por papel. O RTK, que comprime a saída dos comandos de terminal, entra como opcional. E se o orquestrador começa a abrir arquivo atrás de arquivo, um hook lembra ele de passar a tarefa pro scout.
Vou ser sincero: não tenho um número de antes e depois pra mostrar. A diferença ficou nítida no uso, mas eu não medi. Por isso deixei no repositório o forge-tokens, que lê os transcritos das sessões e mede o seu consumo. Quem quiser comparar, dá pra fazer na própria máquina.
Mais do que fábrica de projeto
Quando o scout entrou, em setembro, o Forge deixou de ser só fábrica de projeto. O caminho de investigar serve pra olhar um incidente, um banco de dados, um custo ou uma infraestrutura e terminar num relatório, sem nenhuma linha de código.
Tudo que eu fiz nesses meses passou por ele. São mais de 50 projetos e experimentos na minha pasta. A maioria não seguiu em frente e não é pública. Entre os que seguiram estão o Vertex, minha ferramenta de modelagem 3D por código, que vai ganhar um artigo só dele. E as experiências de realidade aumentada que fiz pra Dati, incluindo o portal que abre numa carta. Naquele artigo eu falei das skills de orquestração de agentes e de economia de token que uso em todos os meus projetos. Eram o Forge.
Na Dati eu uso uma versão própria, com ênfase em AWS.
E não fiquei só no meu teste. O Leonardo Prado Suzin também usou o Forge e aprovou.
Pra testar
Dentro do Claude Code:
/plugin marketplace add MatheusRibeir098/forge-claude
/plugin install forge@forge-claude
Depois, na raiz do repositório onde você vai trabalhar:
/forge:setup
/forge:doctor
/forge
O /forge:setup grava as permissões e as regras no CLAUDE.md e mostra o diff antes. O /forge:doctor só confere se está tudo certo. Se você trabalha com interface, tem também o forge-frontend, com skills de React, Tailwind, dark mode e afins.
MatheusRibeir098
/
forge-claude
🔥 Fábrica de software para Claude Code: você descreve, um orquestrador decompõe em tarefas e delega para subagentes dev e tester — em paralelo — até entregar validado com prints.
O que é · Como funciona · Como começar · Perguntas · Instalação
O que é
O Forge é um plugin para o Claude Code que transforma uma conversa em uma pequena equipe de software.
Você fala com um único agente, o orquestrador. Ele entende o pedido, divide o trabalho em tarefas e chama o especialista certo para cada uma. A mesma pessoa não faz tudo: quem escreve o código nunca é quem confere se ficou certo.
Em uma frase: é como um mestre de obras que não pega no martelo. Ele planeja e distribui o trabalho, e só considera a obra entregue depois que o fiscal aprova.
Como funciona
| Quem | O que faz | Pense nele como |
|---|---|---|
| Orquestrador | Conversa com você, escreve a spec, divide em tarefas e distribui. Não escreve código. | o mestre de obras |
dev |
Escreve todo o código e roda build e testes unitários. | o construtor |
…
Se testar, me conta o que achou. Feedback, issue e estrela no repo ajudam muito.
Há 4 meses era uma IA pra tudo, num terminal só. Hoje eu converso com uma só, e ela coordena o resto.
來源:DEV Community · dev.to


